Autora: Erin Watt
Ano: 2017
Editora: Essência
Páginas: 352
Finalmente, tenho em mãos Príncipe Partido, o segundo volume da série The Royals, portanto, está resenha conterá spoilers sobre o desfecho do livro anterior.
Reed avisou Ella sobre o seu passado, falou sobre seus hábitos destrutivos e pediu que ela se afastasse enquanto tivesse tempo. Nada disso foi o suficiente e aos poucos ela foi conquistando todos os Royals. Sua presença dentro de casa os acolhia, transmitia um tipo de sentimento completamente extinto. Cada vez mais aceita pela sua nova família, Ella já se sentia uma verdadeira Royal, porém, um dos fantasmas do passado de Reed vem à tona e o conto de fadas de Ella termina muito antes começar. Deixando tudo para trás, Ella foge sem deixar pistas e agora Reed precisa desesperadamente reencontra-la e restabelecer o equilíbrio de suas já ferradas vidas.
Narrado em sua maioria pela perspectiva de Reed, Príncipe Partido ganha um novo tom. Através de sua visão vamos descobrir realmente como funciona este mundo onde o dinheiro compra poder e ordem. Descobriremos também mais do passado obscuro de Reed e conhecê-lo profundamente sem todo o deslumbramento de Ella permite que o leitor dê uma segunda chance ao personagem e descubra que ele é muito mais do que um menino birrento de personalidade dúbia. Aqui muitos de seus atos ganhem uma justificativa e mesmo que não seja a mais satisfatória isso ajuda a construir as diversas facetas que Reed precisa assumir ao longo desta história.
"Meus instintos me gritaram dizendo que ela era um problema. Meus instintos estavam errados. Ela não era o problema. Eu fui. Ainda sou. Reed, o destruidor."
