Autora: Erin Watt
Ano: 2018
Editora: Essência
Páginas: 379
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Oi pessoal! Olha quem "voltei" para as resenhas de livros! Estava até sentindo falta, mas na verdade, eu estava lendo muito pouco, mas estou voltando ao meu ritmo normal. Uma das séries que me ajudaram a voltar ao ritmo foi "The Royals". Li os dois primeiros livros em cerca de três dias e dei uma sorte danada, pois logo que acabei o segundo livro, tinha recém lançado o terceiro e já fui à luta! Mas sabe que o terceiro eu não li tão rápido como os outros dois? Não sei o porquê, ou talvez saiba sim. Vou discutir isso com vocês ao longo da resenha. Vamos lá!
Para quem ainda não leu nenhum livro da série, trata-se de uma jovem chamada Ella Harper, que vê seu mundo desabar quando perde sua mãe. Sem nunca ter conhecido o pai, e ter na mãe, a única figura familiar, Ella consegue por algum período se manter sem a ajudar de ninguém, fazendo strip-tease em um clube – sua mãe também foi stripper. Certo dia, no trabalho, Ella recebe a visita de um homem que diz ser seu tutor agora que ela não tem ninguém. Obviamente a garota fica receosa, pois a mãe dela nunca havia dado grandes detalhes – apenas que já era falecido – e agora chega um homem que se diz não apenas tutor dela, mas amigo íntimo de seu pai. Assim, Ella é levada para a casa dos Royals, em que o patriarca – seu tutor – é Callum Royal.
Essa é apenas a parte inicial do livro e esta, por se tratar da resenha do terceiro livro da série, irá conter spoiler sobre o enredo de Princesa de Papel e Príncipe Partido, então leiam por suas contas em risco, pois eu vou comentar sobre desdobramentos importantíssimos dos livros anteriores.
"Se eu concordar - repito por entre os dentes -, o Reed vai ser salvo?"


