Tradução: Carlos Szlak
Ano: 2018
Editora: Faro Editorial
Páginas: 352
Amazon
Ano: 2018
Editora: Faro Editorial
Páginas: 352
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Uma paisagem paradisíaca, um resort na beira do mar, um casamento, muito amor envolvido e uma morte. Um jovem garoto universitário cai do penhasco durante um jantar romântico, mas ao invés de ter sangue somente no lugar da queda, existem várias marcas pelo chão, manchas de sangue inclusive no deck onde ele preparava o encontro. Como alguém pode sangrar tão longe de onde morreu?
Está mais do que claro, que o que vitimou Julian Crist não foi uma fatalidade, rapidamente os policiais de Santa Lucia, um pequeno país do Caribe, encontram a principal suspeita, Grace Sebold, namorada de Julian e possui alguns motivos para ser incriminada pelo crime. Esta é a introdução do livro, mostrando inclusive a cena do assassinato sem revelar quem está envolvido nela.
Se inicia então a parte dos dias atuais, mostrando a personagem principal, a cineasta Sidney Ryan. Ainda com uma carreira curta, Ryan conseguiu chegar até uma importante emissora de TV americana graças a um documentário feito para a internet, no melhor estilo “Making a Murderer”, onde conseguiu tirar do corredor da morte um homem que na verdade era inocente. Em seguida conseguiu emplacar mais um programa, no mesmo estilo, mas dessa vez na TV, e assim começou a receber milhares de cartas de assassinos que juravam inocência.
Chega em sua mãos a carta sobre o caso de Grace Sebold e logo ela percebe que possui várias inconsistências e diversos erros nas investigações, parece, nitidamente, que Ryan foi apenas o bode expiatório para livrar o lugar tão procurado por turistas de um possível rótulo e afetar os negócios nacionais.

