Título Original: To Kill the President
Autor: Sam Bourne
Ano: 2017
Editora: Record
Páginas: 406
Amazon - Saraiva
Autor: Sam Bourne
Ano: 2017
Editora: Record
Páginas: 406
Amazon - Saraiva
Um presidente americano louco, assediador, racista, contra
imigrantes, polêmico no seu twitter e mais algumas características nada
ficcionais hoje em dia, esse é o cenário do magnífico Sam Bourne em Matem o
Presidente.
Eu adoro quando um livro começa logo com ação, com algo bem importante
acontecendo, seja um assassinato, a descoberta de um corpo ou, como nesse caso,
um momento crítico na política
americana. O presidente americano, que não tem o nome mencionado no livro,
sendo sempre tratado como “O Presidente”, está prestes a apertar o botão que
libera o lançamento de mísseis para atingir a Coreia do Norte, tudo isso devido
à uma declaração pouco respeitosa do ditador norte coreano.
Um agente especial ligado a segurança do país recebe a
informação de que o ataque acontecerá em poucos minutos e precisa se virar para
impedir que milhares de pessoas inocentes morram devido a um devaneio de dois doentes
que comandam potências nucleares.
Do outro lado, uma remanescente do presidente anterior ainda
está na casa branca, vivendo com crises existenciais sobre ser honesta com o
seu país ou com o seu novo patrão, vivendo diversos momentos constrangedores e
vendo o quanto o novo presidente está prejudicando a nação. Maggie Costello
decide que o presidente não pode permanecer no poder, mas ao mesmo tempo seu
caráter impede que ela haja pelas costas dele para articular um grande golpe. Quando
ela descobre que pode haver um complô para que o presidente seja assassinado se
vê na obrigação de salvar a vida dele, por mais que isso signifique manter o
país em constante perigo.
"Um único escândalo podia acabar com um bom presidente, mas mil escândalos davam imunidade a um mal presidente. Quanto pior era seu comportamento, mais ele podia agir impunemente."
