Autora: Richelle Mead
Ano: 2007
Editora: Agir
Páginas: 320
"Por que não?” Foi o que eu pensei antes de iniciar a leitura de Academia de Vampiros. Achei que a minha “cota” de vampiros já estivesse saturada, mas claramente, eu percebi que estava errada. Logo no início da leitura já me surpreendi, a tradicional história de humanos-apaixonados-por-vampiros e vice-versa não se aplica a este livro. Fora isso, a personagem principal não é uma vampira, e nem uma humana, ela é um dampira. Não, eu não digitei errado, é dampira mesmo! São os meio-humanos e meio-vampiro. Resultado da união de um humano com um vampiro ou de um vampiro com um dampiro.
Os dampiros, são treinados para se tornarem guardiões dos Moroi. Os Moroi, são a elite dos vampiros, ao todo, doze famílias constituem a realeza. Dentre essas doze famílias, está a família Dragomir. Lissa Dragomir era última do Clã Dragomir, já que sua família (pai, mãe e irmão) morreram em um acidente de carro. Acidente este, em que ela estava presente e também sua melhor amiga, Rose Hathaway. Todos lhes diziam que, Rose, não deveria ter sobrevivido ao acidente, devido ao seu posicionamento no carro, mas o fato é que, elas ficaram muito mais “próximas” após a este estranho acidente.
Rose Hathaway é uma dampira (muito louca e impulsiva diga-se de passagem) e a ligação que ela tem com Lissa se estende a muito mais que mera amizade. Elas têm o elo mais poderoso entre guardião e Moroi. Rose pode sentir o que Lissa está sentindo e além disso, quando as emoções de Lissa estão muito fortes, Rose pode “entrar” na cabeça de Lissa, e ver com seus próprios olhos. Desde o início desta ligação, Rose se sente completamente responsável por Lissa, mesmo que ela ainda não seja uma guardiã formada.
