Autora: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
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Terceiro e último livro da série Deuses do Egito, A Coroa da Vingança foi o meu favorito de todos. Por ser o desfecho de uma trilogia, esta resenha poderá conter spoilers.
A história começa após Lily, a protagonista, perder suas memórias. Ela está na fazenda da avó e não se lembra de suas aventuras no Egito, nem do submundo e muito menos de Amon, o Príncipe do Sol, e seus irmãos. Só quando Tia e Ashleigh, a leoa e a fada que estão no corpo de Lily se manifestam, é que ela se mostra disposta a acreditar que já não é mais apenas humana e que tem uma missão pela frente.
A história começa após Lily, a protagonista, perder suas memórias. Ela está na fazenda da avó e não se lembra de suas aventuras no Egito, nem do submundo e muito menos de Amon, o Príncipe do Sol, e seus irmãos. Só quando Tia e Ashleigh, a leoa e a fada que estão no corpo de Lily se manifestam, é que ela se mostra disposta a acreditar que já não é mais apenas humana e que tem uma missão pela frente.
Quem não leu os dois primeiros livros dessa série, O Despertar do Príncipe e O Coração da Esfinge, não faz a mínima ideia do que estou falando e seria mesmo impossível de entender, isso porque Colleen Houck criou uma história muito bem construída, e em cada livro as aventuras de Amon e Lily vão se tornando mais perigosas e mais difíceis. É uma daquelas histórias em que várias coisas precisam acontecer antes do desfecho e antes de os personagens poderem ficar em paz.
Como eu tinha lido o segundo livro, O Coração da Esfinge, há muito tempo, fiquei meio confusa no começo, mas logo fui me lembrando de tudo. Exatamente por tantas coisas terem acontecido e tantos personagens terem surgido e desaparecido ao longo dos dois primeiros livros. Mas esse último, com certeza, é o livro em que mais reviravoltas acontecem e você fica se perguntando o que dessas coisas faz parte da mitologia egípcia e o que é puramente criação da autora.
"Todo mundo aparentava estar muito seguro de que as coisas incríveis que ele descrevia tinham acontecido de verdade. Eu não conseguia acreditar. Aquilo tudo não podia se referir a mim. Por que eu sairia de Nova York para seguir uma múmia?"


