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Resenha: A Coroa da Vingança

Título Original: Reunited
Autora: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
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Terceiro e último livro da série Deuses do Egito, A Coroa da Vingança foi o meu favorito de todos. Por ser o desfecho de uma trilogia, esta resenha poderá conter spoilers.

A história começa após Lily, a protagonista, perder suas memórias. Ela está na fazenda da avó e não se lembra de suas aventuras no Egito, nem do submundo e muito menos de Amon, o Príncipe do Sol, e seus irmãos. Só quando Tia e Ashleigh, a leoa e a fada que estão no corpo de Lily se manifestam, é que ela se mostra disposta a acreditar que já não é mais apenas humana e que tem uma missão pela frente. 

Quem não leu os dois primeiros livros dessa série, O Despertar do Príncipe e O Coração da Esfinge, não faz a mínima ideia do que estou falando e seria mesmo impossível de entender, isso porque Colleen Houck criou uma história muito bem construída, e em cada livro as aventuras de Amon e Lily vão se tornando mais perigosas e mais difíceis. É uma daquelas histórias em que várias coisas precisam acontecer antes do desfecho e antes de os personagens poderem ficar em paz. 

Como eu tinha lido o segundo livro, O Coração da Esfinge, há muito tempo, fiquei meio confusa no começo, mas logo fui me lembrando de tudo. Exatamente por tantas coisas terem acontecido e tantos personagens terem surgido e desaparecido ao longo dos dois primeiros livros. Mas esse último, com certeza, é o livro em que mais reviravoltas acontecem e você fica se perguntando o que dessas coisas faz parte da mitologia egípcia e o que é puramente criação da autora.

"Todo mundo aparentava estar muito seguro de que as coisas incríveis que ele descrevia tinham acontecido de verdade. Eu não conseguia acreditar. Aquilo tudo não podia se referir a mim. Por que eu sairia de Nova York para seguir uma múmia?"

Resenha: O Duelo dos Imortais

Título Original: Reignited
Autora: Colleen Houck
Ano: 2017
Editora: Arqueiro
Páginas: 111
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O prequel, que, antecede os acontecidos dos livros anteriores, O Duelo dos Imortais, conta como as coisas eram no passado, antes da existência do protagonista da série Deuses do Egito, Amón. Aqui a autora Colleen Houck adapta em sua maneira o Mito de Osíris, da mitologia egípcia. Contando como aconteceu o romance entre Osíris e Ísis e como Seth se ressentiu dos dois e passou a ser o vilão da história.

Descobrimos que nem tudo é o que parece e desvendamos em detalhes o que estava por trás dos pensamentos dos Deuses, que apesar de todo o poder que possuem, podem cometer erros, assim como os mortais.

Tenho que confessar que gostei bem mais de O Duelo dos Imortais do que do segundo livro dessa série, O Coração da Esfinge. Isso porque esse prelúdio foi bem mais agitado e emocionante, a história tem mais dinâmica e a facilidade de como a leitura fluiu me agradou muito mais, comparado a leitura truncada que foi o livro anterior, que para mim, se arrastou um pouco nos acontecimentos. É claro que, por ser mais curto, o livro teve um ritmo mais rápido, o que acaba contribuindo para isso.

"O caminho mais fácil nem sempre é o melhor. A luta costuma fortalecer."

Resenha: O Coração da Esfinge

Título Original: Recreated
Autora: Colleen Houck
Ano: 2016
Editora: Arqueiro
Páginas: 368
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Atenção! Esta resenha poderá conter spoilers do primeiro volume da série, O Despertar do Príncipe. 

Neste segundo volume da série Deuses do Egito, da autora norte americana Colleen Houck, Lily Young está separada de seu grande amor e tenta seguir com sua vida, mesmo triste e sem motivação.

Ela decide passar as férias pré-faculdade na casa da avó e quando acha que seu único contato com Amon será em seus sonhos, Lily recebe uma visita mais do que inesperada e percebe que sua jornada na mitologia egípcia, na verdade, está só começando.

Quem já é fã da série Deuses do Egito vai matar as saudades do casal que aprendeu a amar, Lily e Amon, mas também vai sofrer um pouquinho com todos os obstáculos que os dois tem que enfrentar em suas jornadas.

Uma das melhores características dessa saga é que enquanto nos emocionamos com o romance e as aventuras dos personagens principais, também vamos conhecendo e nos aprofundando na mitologia egípcia. Na verdade, essa é uma característica da própria Colleen. O lado ruim disso é saber distinguir o que é a mitologia original e o que a autora teve que modificar para se encaixar em sua história. Então, para quem for ler, recomendo que fique atento com esse detalhe e não confie plenamente no que está no livro.