Mostrando postagens com marcador Fantasia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fantasia. Mostrar todas as postagens

Resenha: Uma Dobra no Tempo

Título original: A Wrinkle in Time - Time Quintet #1
Autora: Madeleine L’Engle
Ano: 2017
Editora: Harper Collins
Páginas: 240

Margaret Murry é uma garota comum de doze anos – bem, na verdade, a pobrezinha sempre acreditou ser nada mais do que uma garota comum de doze anos. 

Ao contrário de seus dois irmãos gêmeos, que sabem evitar valentões e conseguem manter as notas na escola, Meg entra em confusão a todo momento e não entende porque não pode realizar os exercícios de física e matemática à sua própria maneira - muito mais rápida e eficiente, por sinal. Ela também não possui a habilidade de ler e compreender a mente das pessoas, coisa que seu irmãozinho Charles realiza com tamanha facilidade. Porém, nossa querida personagem principal possui algo em comum a todos os membros da família Murry, ela sente uma falta tremenda do pai que, durante experimentos misteriosos em seu laboratório, desapareceu sem deixar rastros.

Durante uma noite assustadora de tempestade, Meg, Charles e a mãe das crianças, se encontram na cozinha enquanto esperam o caos do lado de fora passar, não demora muito para que uma convidada peculiar apareça para lhes fazer companhia e, com sua conversa absurda e atitudes imprevisíveis, deixar no ar a promessa de uma grande aventura.

No dia seguinte à tempestade, Charles e Meg saem para passear com o grande e adorável cão da família, tendo seu caminho direcionado para a atual residência das Senhoras Quequeé, Quem e Qual. O encontro entre os personagens, muito mais do que destinado a apresentações, possui um grande propósito, resgatar o pai de Meg e trazê-lo para casa em segurança. Agora os irmãos seguirão para a aventura de suas vidas, descobrirão novos mundos e dimensões nunca antes vistas e, com o auxílio de seres de grande conhecimento e bondade, enfrentarão uma grande jornada para salvar seu querido pai.

Resenha: A Prisão do Rei

Título Original: King's Cage
Autora: Victoria Aveyard
Ano: 2017
Editora: Seguinte
Páginas: 542
Compre: Submarino - Amazon

A espera foi longa, e agora, mais de um ano depois, finalmente eu tenho em mãos a continuação da série A Rainha Vermelha. Eu iniciei a leitura de A Prisão do Rei de forma lenta, como se quisesse aos poucos, degustar cada página, como se quisesse prolongar ao máximo o final. Eu sabia que ao finalizar está leitura eu teria a mesma sensação que tive nos anteriores. A sensação de impotência por não saber o que acontecerá depois, resultando num turbilhão de teorias, em caminhos e desfechos alternativos que poderão seguir com a história a partir daqui.

Não preciso mencionar que está resenha, consequentemente, terá spoilers sobre os livros anteriores.

Depois do final revoltante de Espada de Vidro, Maven mantem Mare como sua prisioneira com direito a coleira e algemas. Indefesa e cercada pelos Arvens ou pelas Pedras Silenciosas, que anulam seu poder, a garota elétrica está à mercê dos caprichos do rei tirano. Maven passa a usa-la em prol dos seus planos, para conseguir concertar os conflitos que surgiram com a descoberta dos sanguenovos e para conseguir manter o controle do seu povo. Mare é obrigada a discursar ao lado do rei, que compõe seu próprio discurso contra a Guarda Escarlate e tenta amenizar a situação da guerra civil em consequência a revolução.

"Os olhos são ainda piores. Os olhos dela, de Elara. Antes eu os achava frios, feitos de gelo vivo. Agora compreendi. As chamas mais quentes ardem azuis, e os olhos dele não são exceção. A sombra da chama. Maven flameja, mas a escuridão o corroí pelas beiradas." 

Resenha: Espada de Vidro

Título Original: Glass Sword
Autora: Victoria Aveyard
Ano: 2016
Editora: Seguinte
Páginas: 494
Compre aqui

- postada originalmente por mim no Livros e Chocolate Quente.

Quando acabei de ler Espada de Vidro fiquei totalmente desorientada, abalada e revoltada. Amaldiçoando amargamente a autora por ainda não ter lançado o próximo livro, porque o que ela faz com o leitor é maldade disfarçada em palavras. 

Victoria Aveyard não só escreveu um livro introdutório em A Rainha Vermelha, mas também já nos apresentou grande parte da revolução que estava prestes a acontecer. Em Espada de Vidro, vamos acompanhar o começo de algo maior, descobertas únicas e poderes inimagináveis, ocultos em cada canto de Norta. Se o primeiro é um livro impressionante, o segundo só prova todo o talento de uma autora em ascensão, que, em sua série de estreia, já consolida seu talento e uma mente sem limites. 

Se você chegou até aqui, saiba que é inevitável que esta resenha não contenha spoilers sobre o primeiro.

Espada de Vidro inicia logo depois do desfecho sangrento e sufocante de A Rainha Vermelha. A Guarda Escarlate consegue resgatar Mare e Cal das mãos de Maven, mas não antes de ser revelado, para toda a população de Norta, que Mare é uma vermelha com poderes prateados.

Além de fugitivos, Mare e Cal têm os rostos estampados em todos os murais de Norta, são procurados por traição e assassinato, porém Mare sabe que é mais, ela é uma ameaça para o reino, uma arma perigosa que a Guarda Escarlate tem ao seu favor.

Resenha: Coroa Cruel

Título Original: Cruel Crown
Autora: Victória
Ano: 2016
Editora: Seguinte
Páginas: 232
Compre aqui

Coroa Cruel é a edição única para dois contos da Série A Rainha Vermelha. Os dois contos, Canção da Rainha e Cicatrizes de Aço podem ser encontrados digitalmente e de forma gratuita no site da editora e também na Amazon. A diferença é que nesta edição você pode encontrar um trecho de Espada de Vidro, um mapa exclusivo de Norta e os agradecimentos da autora.

Confesso que optei pela compra de Coroa Cruel pelo trabalho incrível que a Seguinte tem feito nesta série! Nesta capa temos uma coroa submergindo na água, e também a presença do sangue vermelho e o prateado, que envolvem o reino desta sociedade. É exatamente a história de duas mulheres, uma vermelha e uma prateada que encontraremos aqui.

Nós vamos voltar ao tempo e conhecer Coriane Jacos, uma prateada humilde de uma das províncias de Norta, que da noite para o dia passa a ser de uma das famílias mais importantes da nobreza. Sua chegada repentina será notada, não apenas pelo príncipe Tiberias VI, mas também por Elara Merandus, uma poderosa prateada que anseia o trono.

Resenha: A Rainha Vermelha

Título Original: Red Queen
Autora: Victoria Aveyard
Ano: 2015
Editora: Seguinte
Páginas: 422
Compre aqui

Cada vez que finalizo um livro distópico que mistura também fantasia, tenho mais certeza sobre este ser, o meu gênero literário favorito. É claro que a escrita da autora Victoria Aveyard contribui, e muito, fazia tempo que não sentia esta imersão ao ler uma história como A Rainha Vermelha.

No mundo em que Victoria criou, a sociedade é dividida entre a grande maioria e base trabalhadora, os sangues vermelhos, os indivíduos mais fracos. Do outro lado temos os sangues prateados, empresários, nobres e a família real. Todos estes possuem dons mágicos, podem controlar os elementos e ler mentes, as habilidades são variadas dependendo do legado de suas famílias.

Mare Barrow é uma vermelha e mora na região de Palafitas em Norta, junto com sua família. Seus três irmãos mais velhos já partiram para a guerra, restam em sua casa, ela que está prestes a ser recrutada e sua irmã mais nova, a esperança da família. Aqueles vermelhos que não possuem nenhum talento profissional, ao completarem 18 anos são recrutados para a guerra e Mare e seu melhor amigo Kilorn estão bem próximos disso.

''A guerra prateada deles é paga com sangue vermelho.''