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Minha Última Duquesa | Daisy Goodwin

Título Original: My Last Duchess
Autora: Daisy Goodwin
Tradução: Beatriz Sidou
Ano: 2013
Editora: Fundamento
Páginas: 376
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Minha Última Duquesa é um romance de época diferente. Muito distinto dos romances que já li de Julia Quinn, Lisa Kleypas ou até Loretta Chase. Daisy Goodwin conta esta história sem muito se preocupar em trazer leveza a narrativa ou qualquer artificio que possa distrair o leitor da veracidade que era um romance do final do século 19. 

Isto de modo algum é algo negativo neste livro. Só o faz ter características que o classificam como um livro muito mais próximo da realidade que foi. Algo muito mais próximo dos clássicos escritos por Jane Austen, por exemplo. A autora tece sua história aos poucos, apresenta a situação, constrói os personagens, trabalha suas problemáticas e vai nos envolvendo numa trama intrincada, onde a relação dos personagens passará por diversos obstáculos. Estaremos em meio a um casamento onde a confiança precisa ser conquistada, o companheirismo precisa ser prioridade, para só então, o amor existente ser mostrar o suficiente. 

Com esta introdução que conhecemos Cora Cash, a herdeira mais rica dos Estados Unidos, porém nem sempre uma fortuna significava ter tudo. Por este motivo, a Sra. Cash desejava que Cora viajasse para a Europa afim de garantir um título da nobreza, ou seja, comprometer-se em um casamento arranjado. Isso até leva a bela garota a tomar medidas desesperadas, como a de pedir para o amigo Teddy que ele se casasse com ela, mas nada adiantou. Cora acabou nos braços do inglês Ivo, o Duque de Wareham, quando, literalmente, caiu aos seus pés em um pequeno acidente.

Desta forma, Como um toque do destino, o arranjo parecia perfeito. Ivo era um Duque e traria para Cora um título de nobreza e Cora traria o dinheiro que ele tanto precisava depois de pagar por dois enterros. As peças pareciam se encaixar quando ambos passaram a construir um bom relacionamento e aos poucos estarem se apaixonando.

Resenha: Demônio ou Anjo

Título Original: Death of the Demon - Hanne Wilhelmsen #3
Autora: Anne Holt
Ano: 2017
Editora: Fundamento
Páginas: 264
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Demônio ou Anjo conta a história de um orfanato de crianças abandonas ou tiradas de suas famílias. Pequeno, é controlado por poucas pessoas e a relação delas com as crianças é tranquila, até a chegada de um garoto que possui um temperamento incomum.

Olav tem apenas 12 anos, mas uma força enorme. Se assusta com coisas bobas e se irrita com acontecimentos banais, que em crianças normais até provocariam risos. Ele foi tirado de sua mãe pelo serviço social norueguês, que julgava que ela não tratava seu filho de maneira correta. Seu comportamento começa a não ser bem visto pela diretora do local, Agnes, que passa a puni-lo de maneira veemente e o choque entre os dois é quase que diário, fazendo, inclusive, Agnes impedir que a mãe de Olav vá visita-lo, como pena para o garoto. Da mesma maneira que é perseguido pela diretora do local, Olav, tem um carinho especial e reciproco do pessoal responsável diretamente pelo cuidado das crianças. Maren defende ele de sua chefe e o trata como se fosse sua mãe.  

Certo dia, Agnes aparece morta em sua sala, com uma faca cravada em seu corpo e Olav não é mais encontrado no orfanato. Seria ele capaz de matar a mulher que lhe causava problemas? Qual seria a motivação dele? Ele teria força suficiente para violar o corpo da diretora daquela maneira? Poderia uma criança tão jovem ter a mente tão perturbada e perversa?  São essas as perguntas que você busca responder em Demônio ou Anjo.

"Ela não era santa. Ela não conhecia nada mais idiota do que a cara de "eu gosto tanto de crianças…" Crianças eram como adultos: algumas encantadoras, outras fascinantes, mas havia as desprezíveis."

Resenha: Números de Azar

Título Original: Blessed Are Those Who Thirst - Hanne Wilhelmsen #2
Autora: Anne Holt
Ano: 2017
Editora: Fundamento
Páginas: 216

A cidade de Oslo está enfrentando um aumento significativo na criminalidade, a cada dia os policiais e peritos locais são chamados para atender novas ocorrências, mas nenhuma delas até o momento os havia chocado tanto. 

Tudo indica que um crime bárbaro aconteceu, há uma quantidade insana de sangue por todos os lados e nenhum sinal da vítima, a única pista deixada pelo criminoso são os números pintados com sangue na parede, o problema é que a monstruosidade volta a se repetir, não apenas uma, mas duas vezes. Como se isso já não fosse o suficiente, uma nova ocorrência chega até as mãos de Hanne Wilhelmsen, a denúncia de uma jovem vítima de estupro.

Hanne ama sua profissão, mas encará-la tem sido um desafio tremendo. Não há investimento no departamento, os crimes aumentam a cada dia e o pessoal para trabalhar nos casos é pouco, a maioria dos casos nem chegam de fato a serem investigados e ela sente que tem falhado como profissional, mesmo que esteja fazendo o seu melhor. Sua vida pessoal também não anda muito bem, ela tem tido dificuldades para equilibrar as coisas, não sabe exatamente como se comportar, ser uma mulher em um meio predominantemente masculino não é fácil, ela precisa se esforçar o dobro e provar a cada dia o seu valor.

"Quando finalmente se acalmou, passou a saborear uma espécie de satisfação apaziguadora, pois uma atitude seria tomada; ela ficou atônita. Isso era loucura, pura e simples. Você não pode simplesmente matar pessoas. Mas, se alguém tinha que fazer isso, seria ela."

Resenha: Geek Girl

Título Original: Geek Girl
Autora: Holly Smale
Ano: 2014
Editora: Fundamento
Páginas: 256
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Ultimamente ando na vibe de ler muitos livros com a temática geek. Não estou reclamando, pelo contrário, como nerd de carteirinha estou adorando ver no papel todo este mundo familiar registrado de diversas formas, por vários autores. O livro da vez é Geek Girl da autora Holly Smale, o primeiro de uma série. Foi incrível ver o quanto me identifiquei com esta história, e com certeza uma "Joice" de alguns anos atrás se identificaria mais ainda. 

Aqui conheceremos Harriet uma geek de 15 anos e que sabe tudo! No mundo em que vive ser uma geek é um erro terrível e por ter gostos peculiares e diferentes do que seus colegas, ela acredita que todos eles à odeiam, e realmente têm quem a odeie. Seu nome é Alexa, a típica patricinha que destila veneno, humilhação, para aqueles que não se encaixam no seu estereotipo, e maldade por onde passa. 

Harriet tem uma única e melhor amiga. Nat tenta arrasta-la por todo evento que vai. Até que em um desses o impensável acontece. Além de geek, Harriet também é o desastre em pessoa, ficar em casa realmente é muito mais seguro. Neste lugar, sem querer ela cria uma grande confusão e em meio tudo isso ela conhece duas pessoas, Nick um garoto lindo, praticamente um modelo.